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A SAUDOSA LEMBRANÇA (Sl 137.1-4)

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“As margens dos rios de Babilônia nós nos assentávamos e chorávamos, lembrando-nos de Sião”.

Você quase pode ver os exilados, sentando-se com corações por demais pesarosos para quaisquer atividades, olhando as monótonas planícies da Babilônia e notando o contraste entre aquela paisagem e a sua própria pátria com montanhas, colinas, morros, vales com bosques, córregos e riachos.

Sem dúvida alguma, muitos dos exilados passaram a se dar bem na Babilônia e alguns até montaram firmas comerciais naquela capital. As almas mais sensíveis e devotas, no entanto, achavam melhor chorar por Jerusalém e lembrar-se do culto no templo, do que se entregar aos prazeres babilônicos.

                “Nós salgueiros que lá havia pendurávamos as nossas harpas”.

O salgueiro chorão é nativo daquela parte da Ásia (aqui os temos às beiras do Rio Tietê, em São Paulo). As harpas, sempre consagradas a expressões de júbilo espiritual, não tinham emprego nos dias de tristeza e cativeiro, enquanto os judeus não tinham acesso a qualquer lugar de culto. Por medo de que os hinos consagrados ao culto fossem cantados como diversão e zombaria, os fiéis penduraram as harpas bem altas em salgueiros frondosos que as escondiam da vista.

“Pois aqueles que nos levaram cativos nos pediam canções, e os nossos opressores, que fôssemos alegres, dizendo: “Entoai-nos algum dos cânticos de Sião”. Quando os babilônios queriam passear e se divertir, não se importavam do tipo de canção cantado pelos pagãos – a música do templo seria tão divertida como qualquer outra para aqueles cujas mentes somente podiam entender coisas mundanas. Como Belsazar, não sentiam nenhuma dor na consciência ao empregarem coisas sagradas nas suas festanças (Dn 5).

                O salmista devoto, bem como seus companheiros, tinha horror de transformar os hinos em passatempo para a diversão dos pagãos. “Como, porém, haveríamos de entoar o canto do Senhor em terra estranha?” Os “cânticos de Sião” ou “cantos do Senhor” são os hinos entoados a Deus e apropriados para ocasiões religiosas, e seria uma profanação empregá-los para o entretenimento dos pagãos (Mt 7.6). Podemos cantá-los em cada lar cristão e na evangelização.                                                             (Transcrito – Rev. George A. Canêlhas)

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