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A CRUZ E A SALVAÇÃO - Gálatas 1:3-5

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            Quando lemos esses versos do Apóstolo Paulo aos Gálatas vemos que essas palavras fazem parte da saudação introdutória de Paulo. Em geral uma saudação como essa seria casual ou convencional. Mas Paulo a usa como uma declaração teológica cuidadosamente equilibrada acerca da cruz, a qual indica o interesse do apóstolo na carta.

            Primeiro, a morte de Jesus foi tanto voluntária quanto determinada. Por um lado, ele "se entregou a si mesmo pelos nossos pecados", livre e voluntariamente. Por outro, sua autodoação foi "segundo a vontade de nosso Deus e Pai". Deus Pai propôs e desejou a morte de seu Filho e a predisse nas Escrituras do Antigo Testamento. Contudo, Jesus abraçou esse propósito de livre e espontânea vontade. Ele dispôs sua vontade a fim de fazer a vontade do Pai.

            Segundo, a morte de Jesus foi pelos nossos pecados. O pecado e a morte são integralmente relacionados através da Escritura como causa e efeito, como já vimos. Geralmente o que peca e o que morre são a mesma pessoa. Aqui, entretanto, embora os pecados sejam nossos, a morte é de Cristo: ele morreu pelos nossos pecados, levando a penalidade deles em nosso lugar.

            Terceiro, o propósito da morte de Jesus foi resgatar-nos. A salvação é uma operação de resgate, empreendida pelas pessoas cuja situação é tão desesperadora que não podem salvar-se a si mesmas.

            Quarto, o resultado presente da morte de Jesus é graça e paz. "Graça" é o seu favor livre e imerecido, e "paz" é a reconciliação com ele e uns com os outros, fruto da operação da graça. A vida da era vindoura é uma vida de graça e paz. O chamado de Deus é um chamado da graça, e o evangelho de Deus é um evangelho da graça.

            Quinto, o resultado eterno da morte de Jesus é que Deus será glorificado para sempre. As referências dos versículos 3-5 à graça e à glória, como parte da mesma sentença, são surpreendentes. A graça provém de Deus; a glória é devida a ele.

            A natureza da sua morte foi sofrer a penalidade pelos nossos pecados, e o seu propósito resgatar-nos da antiga era e transferir-nos à nova, na qual recebemos graça e paz no presente e Deus recebe glória para sempre. (Adaptado A Cruz de Cristo - John Stott)                                                                           Rev. Wagner Zanelatto

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