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A ORAÇÃO E A FALTA QUE ELA FAZ MATEUS 26.36-46  

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No jardim do Getsêmani, Jesus, afastando-se dos discípulos e ficando apenas com Pedro e os dois filhos de Zebedeu a Seu lado foi orar e começou a sentir angústia.

            Quando Ele ficou sozinho, mais tarde, adiantando-se um pouco, prostrou-se sobre o seu rosto, orando: “... Meu Pai, se possível, passe de mim este cálice! Todavia, não seja como eu quero, e sim como tu queres” (v. 39). Jesus não recebeu resposta. O Pai ficou em silêncio.

            Jesus voltou até onde estavam os Seus discípulos: “… E... achou-os dormindo; e disse a Pedro: Então, nem uma hora pudestes vós vigiar comigo? Vigiai e orai, para que não entreis em tentação; o espírito, na verdade, está pronto, mas a carne é fraca” (vv. 40-41).

            “Tornando a retirar-se, orou de novo, dizendo: Meu Pai, se não é possível passar de mim este cálice sem que eu o beba, faça-se a tua vontade” (v. 42). Novamente não houve uma resposta do Pai, apenas silêncio. E, mais uma vez, Jesus encontrou os discípulos: “dormindo porque os seus olhos estavam pesados” (v. 43).

            Desta vez o Senhor não os acordou nem deu outra instrução. Ao invés disso, lemos que Ele: “… Deixando-os novamente, foi orar pela terceira vez, repetindo as mesmas palavras” (v. 44). “E, estando em agonia, orava mais intensamente.”

            Em Lucas lemos que após Jesus ter orado, “… lhe apareceu um anjo do céu que o confortava” (Lucas 22.43). Não nos é revelado como ele O “confortava”, e sim que suas orações tornaram-se ainda mais desesperadas: “E, estando em agonia, orava mais intensamente. E aconteceu que o seu suor se tornou como gotas de sangue caindo sobre a terra” (v. 44).       É consenso entre os estudiosos reformados que o cálice a que Jesus se referia era sua morte e, principalmente, o abandono do Pai na sua crucificação, em virtude de estar morrendo pelos pecadores eleitos, mas, aprendemos aqui também a levar as nossas dores a Deus em oração, submetendo-nos, todavia, à sua vontade, a necessidade e importância de orar uns pelos outros. (Adaptado da Internet)

                                       Rev. George Alberto Canêlhas

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