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O NASCIMENTO VIRGINAL DE CRISTO

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                Um dos assuntos mais debatido e controvertido, para alguns, é o nascimento virginal, por meio do qual Jesus assumiu a forma humana. O que será analisada aqui, em suma, é a questão da “concepção virginal”. Ou seja, a concepção de Jesus no ventre de Maria foi ou não consequência de uma relação sexual? E o que isso significa para nós cristãos?


                1. Como se deu o nascimento virginal de Cristo?

                Jesus nasceu como todos os homens, no entanto sua concepção no ventre de Maria foi de origem divina, sem a participação do componente sexual masculino. Teologicamente chamamos a isso de concepção virginal. Maria era virgem na época da concepção e assim continuou até o momento do nascimento de Jesus. As Escrituras deixam muito claro que José não teve qualquer relação sexual com Maria antes do nascimento de Jesus. (Mt 1.25)

                A influência sobrenatural do Espírito Santo é que tornou possível a geração de Jesus no ventre de Maria. Isso também não significa que Jesus é o resultado de uma relação de Deus com Maria, algo inconcebível! A concepção de Jesus foi um milagre, e alguns a negam pelo simples fato de não crerem em milagres.

  1. A importância do nascimento virginal de Cristo:

                Ele mostra que nossa salvação é sobrenatural (Jo 1.13), e não vem pelo nosso esforço ou realização sendo dádiva da Graça (Ef 2.8). Assim como não houve nenhum mérito em Maria para que fosse escolhida para ser mãe de Jesus, assim é conosco quando somos salvos.

                Ele é a prova da singularidade de Jesus. Ninguém nasceu como Ele.              Este milagre evidencia o poder e soberania de Deus, inclusive sobre a natureza.

                Ele cumpriu as profecias com relação ao Messias. Se a profecia de Isaías 7.14 não se cumpriu literalmente, então todas as outras profecias se tornam sem valor. Negar o nascimento virginal é negar a veracidade das Escrituras.

                Se Cristo fosse gerado por um homem, seria uma pessoa humana com a semente do pecado em si, incluído na aliança das obras, e, como tal, partilharia da culpa comum da humanidade e não poderia morrer pelos pecadores. Era preciso que ele fosse santo e, por isso foi gerado pelo Espírito e sem pecado algum.          (Adaptado de Antônio Pereira da Costa Jr.)

Rev. George Alberto Canêlhas

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