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A PÁSCOA TAL QUAL ELA É

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As cenas são conhecidas de quase todos. Mas, vamos recordar. Sua oração ao Pai na madrugada, antevendo o que iria passar dentro de mais alguns momentos. Sua prisão, sua condução ao Sumo Sacerdote, a Pilatos e a Herodes. Sua volta à presença de Pilatos, seu julgamento, sua condenação e pena – morte por crucificação – seu caminho para o Gólgota, Monte Caveira, fora dos muros da cidade de Jerusalém. Sua crucificação, sua agonia, sua humilhação e escarnecimento diante da turba revoltosa ali reunida e pelos soldados romanos, seus algozes e finalmente, sua morte.

O Cordeiro (de Deus) no Antigo Testamento tinha que ser sem defeito ou mácula, (sem pecado, inocente), era sacrificado à tardinha. “E houve trevas sobre toda a terra, do meio dia às três horas da tarde...Mas Jesus, com um alto brado, expirou.” (Marcos 15:33, 37). Sim, as profecias se cumpriram rigorosamente! Ao cair da tarde em Jerusalém, o sacrifício de Jesus na cruz repetia o mesmo que ocorrera a mil e quinhentos anos atrás quando o cordeiro pascal era sacrificado e o seu sangue era espargido para livrar os hebreus da morte naquela noite angustiosa. Agora, o Cordeiro de Deus, derramava o Seu sangue na cruz para que livrasse aos que Nele confiassem da morte pelo pecado!

A partir daquela ocorrência o povo hebreu, livre da escravidão, partiria em direção à Terra Prometida. A partir daquela cena em Jerusalém, a humanidade caminharia em direção à Canaã celestial livre da escravidão do pecado. Dois fatos semelhantes separados por mil e quinhentos anos!

No domingo de madrugada deu-se o epilogo fantástico: a ressurreição de Jesus, a sua aparição a tantos e tantos que testemunharam a Sua augusta presença e a confirmação das promessas que Ele tanto enfatizara em Seu ministério.

Nosso profundo desejo é que a narrativa que aqui se encerra possa fazer desenvolver em seu íntimo um sentimento de gratidão e regozijo pelo que traduz a Páscoa. Mesmo que se valha de chocolates em forma de ovo ou coelho para brindar outros tenha consciência de que não é e nunca foi esse o sentido e a definição dessa celebração. (Clênio Caldas – Adaptado)                                                         Rev. George Alberto Canêlhas

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